HISTÓRIA

A vida destas mulheres tem na arte em Jupati, lembranças e relações familiares de múltiplas cores, que constroem com elementos lúdicos os cenários e lugares onde elas estão imersas. Tal qual uma resistência, persistem em marcar o local desta arte como Patrimônio Cultural de São Sebastião da Boa Vista, com um saber fazer milenar que passa de geração em geração e foi introduzida na comunidade de Nazaré pela Dona Nazaré (in memorian), até os dias de hoje o trabalho continua com 11 artesãs, juntamente com a Mara e Renata, filhas da Beth e Socorro, que trazem o vigor e visão da juventude aos novos acessórios e artefatos tecidos.

Distante do Marajó dos búfalos e laticínios que carregam a fama da ilha, temos nos rios e furos da Ilha Chave um Marajó de pontes e mata densa, de onde emerge o Jupatizeiro - árvore que empresta seus braços para raspagem dos fios que viram trama. A expressão destas mulheres fala muito sobre elas. Representam casas, flores e maresia por meio dos Enfeites, e linhas e traços que formam Caminhos, os quais só elas com seus saberes sabem onde vão parar. Cada uma do seu jeito e com a sua história, empresa um pouco da sua vivência e apresenta seu olhar em forma de objetos. Vamos dar a voz a cada uma delas.

 

 



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Este projeto foi contemplado pelo programa Amazônia Cultural 2013.
O programa Amazônia Cultural, do Ministério da Cultura (MinC), tem o objetivo de fomentar e difundir ações da cultura brasileira na Região Norte. Este site é parte dos resultados do projeto "Mulheres da fibra do Jupati: tecendo a vida com arte" contemplado por este edital, em 2013.
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